
terça-feira, 9 de junho de 2009
O que é Tecnologia da Informação (TI)?

"Tecnologida da Informação
A Tecnologia da Informação (TI) pode ser definida como um conjunto de todas as atividades e soluções providas por recursos de computação. Na verdade, as aplicações para TI são tantas - estão ligadas às mais diversas áreas - que existem várias definições e nenhuma consegue determiná-la por completo.
Sendo a informação um bem que agrega valor a uma empresa ou a um indivíduo, é necessário fazer uso de recursos de TI de maneira apropriada, ou seja, é preciso utilizar ferramentas, sistemas ou outros meios que façam das informações um diferencial competitivo. Além disso, é necessário buscar soluções que tragam bons resultados, mas que tenham o menor custo possível. A questão é que não existe "fórmula mágica" para determinar como utilizar da melhor maneira as informações. Tudo depende da cultura, do mercado, do segmento e de outros aspectos relacionados ao negócio ou à atividade. As escolhas precisam ser bem feitas. Do contrário, gastos desnecessários ou, ainda, perda de desempenho e competitividade podem ocorrer.
Tome como base o seguinte exemplo: se uma empresa renova seu parque de computadores comprando máquinas com processadores velozes, muita memória e placa de vídeo 3D para funcionários que apenas precisam utilizar a internet, trabalhar com pacotes de escritório ou acessar a rede, a companhia fez gastos desnecessários. Comprar máquinas de boa qualidade não significa comprar as mais caras, mas aquelas que possuem os recursos necessários. Por outro lado, imagine que uma empresa comprou computadores com vídeo integrado à placa-mãe (onboard) e monitor de 15" para profissionais que trabalham com Autocad. Para esses funcionários, o correto seria fornecer computadores que suportassem aplicações pesadas e um monitor de, pelo menos, 17". Máquinas mais baratas certamente conseguiriam rodar o programa Autocad, porém com lentidão, e o monitor com área de visão menor daria mais trabalho aos profissionais. Neste caso, percebe-se que a aquisição das máquinas reflete diretamente no desempenho dos funcionários. Por isso, é preciso saber quais as necessidades de cada setor, de cada departamento, de cada usuário.
Veja este outro exemplo: uma empresa com 50 funcionários, cada um com um PC, adquiriu um servidor de rede que suporta 500 usuários conectados ao mesmo tempo. Se a empresa não tem expectativa de aumentar seu quadro de funcionários, comprar um servidor deste porte é o mesmo que comprar um ônibus para uma família de 5 pessoas. Mas o problema não é apenas este. Se este servidor, por alguma razão, parar de funcionar, a rede ficará indisponível e certamente atrapalhará as atividades da empresa. Além disso, se a rede não estiver devidamente protegida, dados sigilosos poderão ser acessados externamente ou mesmo um ataque pode ocorrer.
Com os exemplos citados anteriormente, é possível ver o quanto é complicado generalizar o que é TI. Há ainda vários outros aspectos a serem considerados que não foram citados. Por exemplo, a empresa deve saber lidar também com segurança, com disponibilidade, com o uso de sistemas (eles realmente devem fazer o que foi proposto), com tecnologias (qual é a melhor para determinada finalidade), com recursos humanos qualificados, enfim.
A TI é algo cada vez mais comum no dia-a-dia das pessoas e das empresas. Tudo gira em torno da informação. Portanto, quem souber reconhecer a importância disso, certamente se tornará um profissional com qualificação para as necessidades do mercado. Da mesma forma, a empresa que melhor conseguir lidar com a informação, certamente terá vantagens competitivas em relação aos concorrentes."
A Tecnologia da Informação (TI) pode ser definida como um conjunto de todas as atividades e soluções providas por recursos de computação. Na verdade, as aplicações para TI são tantas - estão ligadas às mais diversas áreas - que existem várias definições e nenhuma consegue determiná-la por completo.
Sendo a informação um bem que agrega valor a uma empresa ou a um indivíduo, é necessário fazer uso de recursos de TI de maneira apropriada, ou seja, é preciso utilizar ferramentas, sistemas ou outros meios que façam das informações um diferencial competitivo. Além disso, é necessário buscar soluções que tragam bons resultados, mas que tenham o menor custo possível. A questão é que não existe "fórmula mágica" para determinar como utilizar da melhor maneira as informações. Tudo depende da cultura, do mercado, do segmento e de outros aspectos relacionados ao negócio ou à atividade. As escolhas precisam ser bem feitas. Do contrário, gastos desnecessários ou, ainda, perda de desempenho e competitividade podem ocorrer.
Tome como base o seguinte exemplo: se uma empresa renova seu parque de computadores comprando máquinas com processadores velozes, muita memória e placa de vídeo 3D para funcionários que apenas precisam utilizar a internet, trabalhar com pacotes de escritório ou acessar a rede, a companhia fez gastos desnecessários. Comprar máquinas de boa qualidade não significa comprar as mais caras, mas aquelas que possuem os recursos necessários. Por outro lado, imagine que uma empresa comprou computadores com vídeo integrado à placa-mãe (onboard) e monitor de 15" para profissionais que trabalham com Autocad. Para esses funcionários, o correto seria fornecer computadores que suportassem aplicações pesadas e um monitor de, pelo menos, 17". Máquinas mais baratas certamente conseguiriam rodar o programa Autocad, porém com lentidão, e o monitor com área de visão menor daria mais trabalho aos profissionais. Neste caso, percebe-se que a aquisição das máquinas reflete diretamente no desempenho dos funcionários. Por isso, é preciso saber quais as necessidades de cada setor, de cada departamento, de cada usuário.
Veja este outro exemplo: uma empresa com 50 funcionários, cada um com um PC, adquiriu um servidor de rede que suporta 500 usuários conectados ao mesmo tempo. Se a empresa não tem expectativa de aumentar seu quadro de funcionários, comprar um servidor deste porte é o mesmo que comprar um ônibus para uma família de 5 pessoas. Mas o problema não é apenas este. Se este servidor, por alguma razão, parar de funcionar, a rede ficará indisponível e certamente atrapalhará as atividades da empresa. Além disso, se a rede não estiver devidamente protegida, dados sigilosos poderão ser acessados externamente ou mesmo um ataque pode ocorrer.
Com os exemplos citados anteriormente, é possível ver o quanto é complicado generalizar o que é TI. Há ainda vários outros aspectos a serem considerados que não foram citados. Por exemplo, a empresa deve saber lidar também com segurança, com disponibilidade, com o uso de sistemas (eles realmente devem fazer o que foi proposto), com tecnologias (qual é a melhor para determinada finalidade), com recursos humanos qualificados, enfim.
A TI é algo cada vez mais comum no dia-a-dia das pessoas e das empresas. Tudo gira em torno da informação. Portanto, quem souber reconhecer a importância disso, certamente se tornará um profissional com qualificação para as necessidades do mercado. Da mesma forma, a empresa que melhor conseguir lidar com a informação, certamente terá vantagens competitivas em relação aos concorrentes."
domingo, 7 de junho de 2009
Periféricos-Conceito

"Os periféricos são aparelhos ou placas que enviam ou recebem informações do Computador. Cada periférico tem sua função definida e executa ou envia tarefas ao Computador de acordo com essa função. Dentre muitos Periféricos existentes podemos citar teclado (envia ao Computador informações digitadas pelo Operador), Impressora (recebe informação do Computador e imprime essasinformações no Papel), Placa de Som (recebe informações de som vindas do Processador e envia àcaixa de som), etc."(Fonte:http://www.softime.com.br/info_hardware.htm#Memoria).
Unidade de Armazenamento.
Unidades de Armazenamento
"As Unidades de Armazenamento, como vimos anteriormente são utilizadas para o armazenamento e recuperação de informações que não podem ser perdidas, tanto informaçõesnecessárias ao computador como utilizadas pelo Operador, assim como textos, planilhas, fotos, informações geradas por Aplicativos, etc. Como exemplo de Unidades de Armazenamento, podemoscitar o HD (Hard Disk ou Winchester ou Disco Rígido), o disquete, o Zip Drive, etc."(Fonte:http://www.softime.com.br/info_hardware.htm#Memoria).
"As Unidades de Armazenamento, como vimos anteriormente são utilizadas para o armazenamento e recuperação de informações que não podem ser perdidas, tanto informaçõesnecessárias ao computador como utilizadas pelo Operador, assim como textos, planilhas, fotos, informações geradas por Aplicativos, etc. Como exemplo de Unidades de Armazenamento, podemoscitar o HD (Hard Disk ou Winchester ou Disco Rígido), o disquete, o Zip Drive, etc."(Fonte:http://www.softime.com.br/info_hardware.htm#Memoria).
Memória
"Memória
A Memória é dividida em ROM(Read Only Memory - Memória Somente para Leitura) e RAM (Ramdom Access Memory - Memória de Acesso Aleatório). A Memória ROM armazena informaçõesnecessárias para que o Computador possa ser ligado e grealmente não é alterada. A Memória RAMé utilizada pelo Processador para que sejam executadas as tarefas. O Processador armazena na memória RAM todas as tarefas para que possam ser executadas e acessadas pelos Periféricosou Unidades de Armazenamento. Nesse tipo de memória (RAM), os dados são perdidos assim que o Computador é desligado, por isso há a necessidade de Unidades de Armazenamento, para quesejam armazenadas informações que não podem ser perdidas."(Fonte:http://www.softime.com.br/info_hardware.htm#Memoria).
A Memória é dividida em ROM(Read Only Memory - Memória Somente para Leitura) e RAM (Ramdom Access Memory - Memória de Acesso Aleatório). A Memória ROM armazena informaçõesnecessárias para que o Computador possa ser ligado e grealmente não é alterada. A Memória RAMé utilizada pelo Processador para que sejam executadas as tarefas. O Processador armazena na memória RAM todas as tarefas para que possam ser executadas e acessadas pelos Periféricosou Unidades de Armazenamento. Nesse tipo de memória (RAM), os dados são perdidos assim que o Computador é desligado, por isso há a necessidade de Unidades de Armazenamento, para quesejam armazenadas informações que não podem ser perdidas."(Fonte:http://www.softime.com.br/info_hardware.htm#Memoria).
Sistema Operacional
"Sistema Operacional Para que possamos utilizar os Recursos que o Computador pode nos oferecer, é necessário queexista um Programa ou um Conjunto de Programas que controle e direcione as tarefas e comandosfeitos pelo Operador do Computador ou por outros Programas/Aplicativos. O Sistema Operacional éresponsável por traduzir as tarefas que o Operador ou que outros Programas/Aplicativos de um modoque o Computador compreenda (Linguagem de Máquina) e possa executar essas tarefas de acordocom as necessidades exigidas. O Sistema Operacional deve estar gravado no HD e é executado logo que o Computadoré ligado. Como exemplo de Sistemas Operacionais podemos citar o MS-DOS, Windows 95,Windows 98, Linux, OS/2, etc."(Fonte:http://www.softime.com.br/info_software.htm#SistOp)
Aplicativos

Além do Sistema Operacional, que traduz as tarefas para o Computador, é necessário que tenhamos outros Programas que nos auxiliem na hora de utilizarmos o Computador. Esses Programastem cada um sua finalidade específica, de acordo com a nossa necessidade. Um Aplicativo tem sua finalidade específica definida na hora de sua criação e é criado comobjetivo de atingir aquela finalidade. Como exemplo podemos citar Aplicativos para edição de texto (Word, PageMaker), contrução deplanilhas eletrônicas (Excel, Lotus 1-2-3), edição de imagem (CorelDraw, PaintBrush), programas decontrole de estoque, programas de controle financeiro, programas de controle de vendas, etc.
Por que necessito de um Aplicativo ?Um Computador não nos serviria para nada se não executasse as tarefas que necessitamos quesejam executadas. De que me adianta um Aparelho extremamente sofisticado, veloz e de últimageração se ele não me ajuda a simplificar as minhas tarefas ?
Por que necessito de um Aplicativo ?Um Computador não nos serviria para nada se não executasse as tarefas que necessitamos quesejam executadas. De que me adianta um Aparelho extremamente sofisticado, veloz e de últimageração se ele não me ajuda a simplificar as minhas tarefas ?
Os Aplicativos dão uma funcionalidade ao Computador. Dentre as muitas funcionalidades dosComputadores podemos citar algumas mais utilizadas, mas o Computador pode ser adaptado aquase qualquer tipo de tarefa, inclusive aquela que você executa constantemente mas ninguémjamais pensou em executa-la em um Computador."(Fonte: http://www.softime.com.br/info_software.htm).
Drive

O que é Driver?
O Driver funciona como uma espécie de telefone que transmite as mensagens dos programas para a parte física do computador, para que quando você instale algo (como um jogo, por exemplo), ele possa funcionar corretamente. Sendo assim, um dispositivo de driver ou um software de driver é um programa de computador que permite a comunicação de alto nível entre os programas do computador para que possam efetuar a interação com os dispositivos de hardware. Essa comunicação é feita por meio de um subsistema de comunicação no qual o hardware está conectado ou por meio de uma porta USB. Os drivers estão sempre ligados a um hardware e são específicos para cada Sistema Operacional.
Como ele opera?
O dispositivo de driver simplifica a programação agindo como um tradutor que traduz os comandos do Sistema para o hardware, fazendo com que eles “falem a mesma linguagem” e consigam agir em conjunto. Em termos técnicos, ele traduz mensagens de programação de alto nível para comandos de baixo-nível, que é utilizado pela maioria dos dispositivos de hardware.
Todos os tipos de dispositivo (como modems, impressoras, DVD players, etc) necessitam de um driver para seu funcionamento. Escrever um driver requer um conhecimento avançado de como o hardware funciona e como o software deverá se comportar com relação a ele. Os drivers operam com nível de privilégio kernel em um sistema, o que pode trazer grandes prejuízos para um computador se ele não funcionar corretamente.
Porém, devido a exercerem uma função vital dentro do Sistema Operacional, mesmo drivers que funcionem em nível de usuário podem causar sérios danos se forem mal escritos. Portanto deve-se tomar muito cuidado ao adquirir um programa de driver.
Curiosidade
Um outro tipo de dispositivo de driver existente são os “Dispositivos de Driver Virtuais”. Eles são usados para emular a função de um hardware no campo da virtualização. Por exemplo, você pode ter dois diferentes Sistemas Operacionais funcionando no mesmo computador por meio de uma máquina virtual que terá o papel de simular o hardware necessário para o funcionamento dos programas."(Fonte:http://www.baixaki.com.br/info/207-o-que-e-driver-.htm).
O Driver funciona como uma espécie de telefone que transmite as mensagens dos programas para a parte física do computador, para que quando você instale algo (como um jogo, por exemplo), ele possa funcionar corretamente. Sendo assim, um dispositivo de driver ou um software de driver é um programa de computador que permite a comunicação de alto nível entre os programas do computador para que possam efetuar a interação com os dispositivos de hardware. Essa comunicação é feita por meio de um subsistema de comunicação no qual o hardware está conectado ou por meio de uma porta USB. Os drivers estão sempre ligados a um hardware e são específicos para cada Sistema Operacional.
Como ele opera?
O dispositivo de driver simplifica a programação agindo como um tradutor que traduz os comandos do Sistema para o hardware, fazendo com que eles “falem a mesma linguagem” e consigam agir em conjunto. Em termos técnicos, ele traduz mensagens de programação de alto nível para comandos de baixo-nível, que é utilizado pela maioria dos dispositivos de hardware.
Todos os tipos de dispositivo (como modems, impressoras, DVD players, etc) necessitam de um driver para seu funcionamento. Escrever um driver requer um conhecimento avançado de como o hardware funciona e como o software deverá se comportar com relação a ele. Os drivers operam com nível de privilégio kernel em um sistema, o que pode trazer grandes prejuízos para um computador se ele não funcionar corretamente.
Porém, devido a exercerem uma função vital dentro do Sistema Operacional, mesmo drivers que funcionem em nível de usuário podem causar sérios danos se forem mal escritos. Portanto deve-se tomar muito cuidado ao adquirir um programa de driver.
Curiosidade
Um outro tipo de dispositivo de driver existente são os “Dispositivos de Driver Virtuais”. Eles são usados para emular a função de um hardware no campo da virtualização. Por exemplo, você pode ter dois diferentes Sistemas Operacionais funcionando no mesmo computador por meio de uma máquina virtual que terá o papel de simular o hardware necessário para o funcionamento dos programas."(Fonte:http://www.baixaki.com.br/info/207-o-que-e-driver-.htm).
Bios

O que é BIOS?
"A palavra BIOS — apesar das inúmeras piadas sobre o seu real significado — é um acrônimo para Basic Input/Output System ou Sistema Básico de Entrada e Saída. Como o próprio nome sugere, a BIOS é o sistema responsável pelas atividades “básicas”, ou “corriqueiras” do computador. Isto não quer dizer que estas atividades são pouco importantes. Pelo contrário! Não existe computador sem BIOS e se ela parar de funcionar, ele também pára.
Funcionamento
Para entender o que é a BIOS, pense nela como um programa, pois ela não é nada mais que isso. Este programa é responsável por várias tarefas que são executadas do momento em que você liga seu PC até o momento em que seu Windows (ou outro sistema operacional) começa a ser carregado.
Quando você liga seu computador, a BIOS inicia uma varredura para detectar todos os itens de hardware conectados ao seu PC. Vale lembrar que itens como mouse, webcam, teclado, etc., não são itens de hardware, mas periféricos, e não são detectados pela BIOS, mas pelo sistema operacional. Depois de todo o hardware detectado, é possível salvar estas informações na memória da BIOS para que ela não precise fazer a detecção cada vez que o PC for ligado, aumentando assim a velocidade em que o computador inicializa. Tudo isso é feito de forma automatizada.
Feita a detecção, a BIOS parte para o BOOT. Não se assuste, BOOT é o termo utilizado para designar o início do carregamento do seu sistema operacional. Ou seja, é quando a BIOS passa o comando do PC para o Windows, Linux, etc. Quando você instala o sistema operacional, algumas informações são gravadas no primeiro setor de memória do seu disco rígido. Estas informações são transferidas pela BIOS, durante o BOOT, para a sua memória RAM (Memória temporária do computador). Assim a BIOS termina sua tarefa e começa o trabalho do sistema operacional, que é iniciado a partir das informações gravadas na memória RAM.
Detalhes
Existe a possibilidade de dispositivos não detectados pela BIOS serem detectados pelo Windows, mas isto é perigoso, pois se sua BIOS não detecta algo, geralmente quer dizer que há algum problema grave ou o equipamento está mal conectado à placa-mãe. Neste caso é aconselhável que você procure uma assistência técnica.
Para garantir sua integridade, a BIOS fica gravada dentro de um chip com uma memória ROM, ou Memória Somente de Leitura), o que quer dizer que não é possível alterar suas características centrais. Não é possível desinstalá-la do computador, por exemplo, como você faz com os programas que utiliza no PC. No máximo é possível entrar em sua interface gráfica e alterar as opções que ela permite.
É possível atualizar a versão de sua BIOS para que ela detecte hardware mais recente que ela, mas esta tarefa é extremamente perigosa, pois durante o processo a memória ROM pode se corromper, inutilizando totalmente sua BIOS, e por conseqüência, inutilizando completamente seu PC.
Além das atividades descritas acima, a BIOS também serve para que você visualize e altere algumas informações sobre seu PC, como ajustar o relógio do sistema, verificar a temperatura da placa-mãe e do processador, a velocidade que está girando a ventuinha (ou Cooler) do processador e outras opções. Tenha em mente que se você não tem muito conhecimento sobre o assunto, é melhor não mexer na BIOS, pois se você fizer alguma alteração errada, poderá causar o mau funcionamento do seu PC, ou fazer com que ele pare de funcionar completamente.
Caso você entre na BIOS e faça alguma alteração indevida, você pode sair sem salvar o que fez. Geralmente basta teclar “Esc” para que a BIOS pergunte se você quer sair sem salvar. Escolha sim para que todos os dados da BIOS sejam mantidos como estavam antes de você acessá-la."(Fonte:http://www.baixaki.com.br/info/244-O-que-e-BIOS-.htm)
"A palavra BIOS — apesar das inúmeras piadas sobre o seu real significado — é um acrônimo para Basic Input/Output System ou Sistema Básico de Entrada e Saída. Como o próprio nome sugere, a BIOS é o sistema responsável pelas atividades “básicas”, ou “corriqueiras” do computador. Isto não quer dizer que estas atividades são pouco importantes. Pelo contrário! Não existe computador sem BIOS e se ela parar de funcionar, ele também pára.
Funcionamento
Para entender o que é a BIOS, pense nela como um programa, pois ela não é nada mais que isso. Este programa é responsável por várias tarefas que são executadas do momento em que você liga seu PC até o momento em que seu Windows (ou outro sistema operacional) começa a ser carregado.
Quando você liga seu computador, a BIOS inicia uma varredura para detectar todos os itens de hardware conectados ao seu PC. Vale lembrar que itens como mouse, webcam, teclado, etc., não são itens de hardware, mas periféricos, e não são detectados pela BIOS, mas pelo sistema operacional. Depois de todo o hardware detectado, é possível salvar estas informações na memória da BIOS para que ela não precise fazer a detecção cada vez que o PC for ligado, aumentando assim a velocidade em que o computador inicializa. Tudo isso é feito de forma automatizada.
Feita a detecção, a BIOS parte para o BOOT. Não se assuste, BOOT é o termo utilizado para designar o início do carregamento do seu sistema operacional. Ou seja, é quando a BIOS passa o comando do PC para o Windows, Linux, etc. Quando você instala o sistema operacional, algumas informações são gravadas no primeiro setor de memória do seu disco rígido. Estas informações são transferidas pela BIOS, durante o BOOT, para a sua memória RAM (Memória temporária do computador). Assim a BIOS termina sua tarefa e começa o trabalho do sistema operacional, que é iniciado a partir das informações gravadas na memória RAM.
Detalhes
Existe a possibilidade de dispositivos não detectados pela BIOS serem detectados pelo Windows, mas isto é perigoso, pois se sua BIOS não detecta algo, geralmente quer dizer que há algum problema grave ou o equipamento está mal conectado à placa-mãe. Neste caso é aconselhável que você procure uma assistência técnica.
Para garantir sua integridade, a BIOS fica gravada dentro de um chip com uma memória ROM, ou Memória Somente de Leitura), o que quer dizer que não é possível alterar suas características centrais. Não é possível desinstalá-la do computador, por exemplo, como você faz com os programas que utiliza no PC. No máximo é possível entrar em sua interface gráfica e alterar as opções que ela permite.
É possível atualizar a versão de sua BIOS para que ela detecte hardware mais recente que ela, mas esta tarefa é extremamente perigosa, pois durante o processo a memória ROM pode se corromper, inutilizando totalmente sua BIOS, e por conseqüência, inutilizando completamente seu PC.
Além das atividades descritas acima, a BIOS também serve para que você visualize e altere algumas informações sobre seu PC, como ajustar o relógio do sistema, verificar a temperatura da placa-mãe e do processador, a velocidade que está girando a ventuinha (ou Cooler) do processador e outras opções. Tenha em mente que se você não tem muito conhecimento sobre o assunto, é melhor não mexer na BIOS, pois se você fizer alguma alteração errada, poderá causar o mau funcionamento do seu PC, ou fazer com que ele pare de funcionar completamente.
Caso você entre na BIOS e faça alguma alteração indevida, você pode sair sem salvar o que fez. Geralmente basta teclar “Esc” para que a BIOS pergunte se você quer sair sem salvar. Escolha sim para que todos os dados da BIOS sejam mantidos como estavam antes de você acessá-la."(Fonte:http://www.baixaki.com.br/info/244-O-que-e-BIOS-.htm)
Software

"O que é Software Livre
Um computador é uma máquina que executa operações. Um conjunto de operações forma um programa para o computador. O programa de computador é chamado software. Geralmente o software é desenvolvido por programadores que utilizam linguagens de programação para construi-lo.
Os primeiros computadores eram muito caros e existiam poucos. Antigamente, nos anos 60 e 70, os programadores compartilhavam seus códigos fontes uns com os outros, e assim todos podiam modificar o programa sendo possível partilhar as melhorias, as mudanças.
Quando o computador passou a ser comum - viável como produto - as coisas começaram a mudar. As empresas, os desenvolvedores e os programadores adotaram a estratégia comercial de não divulgação dos códigos-fontes dos softwares. Eles passaram a cobrar pelo software e impedir o compartilhamento e o acesso ao código- fonte.
Isso ficou tão comum que os desenvolvedores que queriam seguir trocando o software e deixá-lo livremente utilizável não conseguiram mais fazer isso, porque outros – da vertente mais comercial - roubavam o código-fonte, atribuíam um direito autoral sobre ele e passaram a cobrar pelo uso do mesmo.
Em 1984, um dos programadores de uma universidade americana, o MIT (Massachusetts Institute of Technology), Richard Stallman, inconformado com a comercialização do conhecimento, fundou o Projeto GNU (GNU is Not Unix)* visando a criar uma plataforma de software totalmente livre; criou um instrumento de lei para quem quisesse garantir a liberdade do seu software. Este instrumento é chamado Licença GNU GPL (General Public License/ Licença Pública Geral). Um software com esse tipo de licença é um Software Livre tem como característica a garantia das seguintes quatro liberdades:
• (liberdade n˚. 0) A liberdade de utilizar o programa para qualquer propósito; • (liberdade n˚. 1) A liberdade de estudar como o programa funciona e adaptá-lo para as suas necessidades. Nesse sentido, o acesso ao código- fonte é um pré-requisito para esta liberdade; • (liberdade n˚. 2) A liberdade de redistribuir cópias, de modo que você possa ajudar ao seu próximo; • (liberdade n˚. 3) A liberdade de aperfeiçoar o programa e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie. Novamente, o acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.
O termo Software Livre se refere à liberdade que o usuário tem de executar, distribuir, modificar e repassar as alterações sem para isso tenha que pedir permissão ao autor do programa.
Imagine que um programa para computador, um software, seja um bolo. Também para fazer um software você precisa de uma receita, ou seja, você precisa de um conjunto de instruções. Se você não possui a receita, a única coisa que você pode fazer é comprar o bolo pronto e, assim, ser dependente de quem o produz. Essa dependência é uma limitação da liberdade de você mesmo produzir o bolo, de modo que não é possível, por exemplo, alterar a receita colocando algo a mais que você gosta e depois poder compartilhá-la com os amigos e ainda saber o que tem dentro do bolo. Se você tem a receita é possível compartilhar com os amigos e, talvez, alguém fará alguma mudança interessante criando um novo bolo. Ainda mais, se você gosta de fazer bolos e todo mundo gosta de comê-los, talvez você tenha encontrado uma boa atividade de renda.
Usar software livre é como passar - além do bolo como produto final - as receitas. Certamente, como não são todos que gostam de cozinhar, não são todos que vão desenvolver programas para computadores. Mesmo assim, quem não quiser cozinhar poderá usufruir do trabalho de, provavelmente, muitos cozinheiros. Quem sabe haja um na sua comunidade.
Agora vamos imaginar o Ponto de Presença como a cozinha de um restaurante. Além dos cozinheiros que são os desenvolvedores, temos ainda o ajudante de cozinheiro, o que num telecentro poderia ser um técnico. Sendo ele um ajudante de cozinheiro e tendo o acesso às receitas, terá muito mais facilidade em ajudar.
A mesma coisa acontece com o Software Livre. Normalmente, os Softwares Livres além de disponibilizar o código-fonte (as receitas), agregam pessoas em comunidades de apoio que criam documentação e oferecem apoio na Internet. É um sistema de suporte de ajuda horizontal e solidária, gerando redes de conhecimento e compartilhamento de informação.
O GESAC compartilha da filosofia do Software Livre, de seus objetivos e métodos.
A utilização do Software Livre para a inclusão digital tem grande importância, pois:
- Estimula naturalmente a difusão do conhecimento permitindo que mais pessoas tenham acesso às oportunidades abertas pelas novas tecnologias; - Cria uma rede de compartilhamento de usuários no uso de softwares livres;- Estimula o desenvolvimento da tecnologia nacional porque os desenvolvedores brasileiros podem criar soluções totalmente adaptadas à realidade nacional, a partir dos programas desenvolvidos pela comunidade mundial de programadores; - Auxilia a estabilização da economia, pois não é mais necessário o envio de dinheiro ao exterior a título de compra e serviços de software proprietário;- Incentiva o desenvolvimento de tecnologia local; - Permite interagir e compartilhar soluções com sua comunidade, seja física ou virtual; - O usuário não permanece dependente de novas versões/inovações de softwares proprietários com preços abusivos que, eventualmente, apresentam incompatibilidades com versões antigas.
* GNU is not Unix pode ser entendido como o GNU – projeto proposto pelo Stallman – não é o Unix. Naquela época, o programa que ele tinha feito parecia com o sistema proprietário Unix, mas não era. É uma espécie de brincadeira com as palavras, pois o Unix era um programa muito utilizado àquela data."(Fonte:http://www.idbrasil.gov.br/menu_software_livre/01-inclusao_social)
Um computador é uma máquina que executa operações. Um conjunto de operações forma um programa para o computador. O programa de computador é chamado software. Geralmente o software é desenvolvido por programadores que utilizam linguagens de programação para construi-lo.
Os primeiros computadores eram muito caros e existiam poucos. Antigamente, nos anos 60 e 70, os programadores compartilhavam seus códigos fontes uns com os outros, e assim todos podiam modificar o programa sendo possível partilhar as melhorias, as mudanças.
Quando o computador passou a ser comum - viável como produto - as coisas começaram a mudar. As empresas, os desenvolvedores e os programadores adotaram a estratégia comercial de não divulgação dos códigos-fontes dos softwares. Eles passaram a cobrar pelo software e impedir o compartilhamento e o acesso ao código- fonte.
Isso ficou tão comum que os desenvolvedores que queriam seguir trocando o software e deixá-lo livremente utilizável não conseguiram mais fazer isso, porque outros – da vertente mais comercial - roubavam o código-fonte, atribuíam um direito autoral sobre ele e passaram a cobrar pelo uso do mesmo.
Em 1984, um dos programadores de uma universidade americana, o MIT (Massachusetts Institute of Technology), Richard Stallman, inconformado com a comercialização do conhecimento, fundou o Projeto GNU (GNU is Not Unix)* visando a criar uma plataforma de software totalmente livre; criou um instrumento de lei para quem quisesse garantir a liberdade do seu software. Este instrumento é chamado Licença GNU GPL (General Public License/ Licença Pública Geral). Um software com esse tipo de licença é um Software Livre tem como característica a garantia das seguintes quatro liberdades:
• (liberdade n˚. 0) A liberdade de utilizar o programa para qualquer propósito; • (liberdade n˚. 1) A liberdade de estudar como o programa funciona e adaptá-lo para as suas necessidades. Nesse sentido, o acesso ao código- fonte é um pré-requisito para esta liberdade; • (liberdade n˚. 2) A liberdade de redistribuir cópias, de modo que você possa ajudar ao seu próximo; • (liberdade n˚. 3) A liberdade de aperfeiçoar o programa e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie. Novamente, o acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.
O termo Software Livre se refere à liberdade que o usuário tem de executar, distribuir, modificar e repassar as alterações sem para isso tenha que pedir permissão ao autor do programa.
Imagine que um programa para computador, um software, seja um bolo. Também para fazer um software você precisa de uma receita, ou seja, você precisa de um conjunto de instruções. Se você não possui a receita, a única coisa que você pode fazer é comprar o bolo pronto e, assim, ser dependente de quem o produz. Essa dependência é uma limitação da liberdade de você mesmo produzir o bolo, de modo que não é possível, por exemplo, alterar a receita colocando algo a mais que você gosta e depois poder compartilhá-la com os amigos e ainda saber o que tem dentro do bolo. Se você tem a receita é possível compartilhar com os amigos e, talvez, alguém fará alguma mudança interessante criando um novo bolo. Ainda mais, se você gosta de fazer bolos e todo mundo gosta de comê-los, talvez você tenha encontrado uma boa atividade de renda.
Usar software livre é como passar - além do bolo como produto final - as receitas. Certamente, como não são todos que gostam de cozinhar, não são todos que vão desenvolver programas para computadores. Mesmo assim, quem não quiser cozinhar poderá usufruir do trabalho de, provavelmente, muitos cozinheiros. Quem sabe haja um na sua comunidade.
Agora vamos imaginar o Ponto de Presença como a cozinha de um restaurante. Além dos cozinheiros que são os desenvolvedores, temos ainda o ajudante de cozinheiro, o que num telecentro poderia ser um técnico. Sendo ele um ajudante de cozinheiro e tendo o acesso às receitas, terá muito mais facilidade em ajudar.
A mesma coisa acontece com o Software Livre. Normalmente, os Softwares Livres além de disponibilizar o código-fonte (as receitas), agregam pessoas em comunidades de apoio que criam documentação e oferecem apoio na Internet. É um sistema de suporte de ajuda horizontal e solidária, gerando redes de conhecimento e compartilhamento de informação.
O GESAC compartilha da filosofia do Software Livre, de seus objetivos e métodos.
A utilização do Software Livre para a inclusão digital tem grande importância, pois:
- Estimula naturalmente a difusão do conhecimento permitindo que mais pessoas tenham acesso às oportunidades abertas pelas novas tecnologias; - Cria uma rede de compartilhamento de usuários no uso de softwares livres;- Estimula o desenvolvimento da tecnologia nacional porque os desenvolvedores brasileiros podem criar soluções totalmente adaptadas à realidade nacional, a partir dos programas desenvolvidos pela comunidade mundial de programadores; - Auxilia a estabilização da economia, pois não é mais necessário o envio de dinheiro ao exterior a título de compra e serviços de software proprietário;- Incentiva o desenvolvimento de tecnologia local; - Permite interagir e compartilhar soluções com sua comunidade, seja física ou virtual; - O usuário não permanece dependente de novas versões/inovações de softwares proprietários com preços abusivos que, eventualmente, apresentam incompatibilidades com versões antigas.
* GNU is not Unix pode ser entendido como o GNU – projeto proposto pelo Stallman – não é o Unix. Naquela época, o programa que ele tinha feito parecia com o sistema proprietário Unix, mas não era. É uma espécie de brincadeira com as palavras, pois o Unix era um programa muito utilizado àquela data."(Fonte:http://www.idbrasil.gov.br/menu_software_livre/01-inclusao_social)
Teclado
TECLADOO teclado é um periférico utilizado para a entrada manual de dados e comandos. Possui teclas representando letras, números, símbolos e outras funções, baseado no modelo de teclado das antigas máquinas de escrever (QWERTY).
Basicamente, os teclados são projetados para a escrita de textos, mas também servem para o controle de algumas funções de um computador. Essas teclas são ligadas a um chip dentro do teclado, que identifica a tecla pressionada e manda para o PC as informações. O meio de transporte dessas informações entre o teclado e o computador pode ser sem fio (Wireless) ou a cabo (PS/2 e USB). (Fonte:http://parceiro.buscape.com.br/guia-de-compra-de-teclado.html)
Basicamente, os teclados são projetados para a escrita de textos, mas também servem para o controle de algumas funções de um computador. Essas teclas são ligadas a um chip dentro do teclado, que identifica a tecla pressionada e manda para o PC as informações. O meio de transporte dessas informações entre o teclado e o computador pode ser sem fio (Wireless) ou a cabo (PS/2 e USB). (Fonte:http://parceiro.buscape.com.br/guia-de-compra-de-teclado.html)
Mouse
"Depois do teclado, o mouse é o dispositivo mais usado para a execução das mais variadas tarefas em um computador. Em sua essência, o mouse nada mais é do que um dispositivo que controla um cursor (ou ponteiro) na tela da máquina, servindo como uma espécie de extensão das mãos de uma pessoa e, mais precisamente, como meio de comunicação entre o homem e o computador. É claro que é possível utilizar um computador sem mouse, mas esse dispositivo é tão prático e tão comum, que a maioria esmagadora das aplicações gráficas são desenvolvidas considerando o seu uso.
Funcionamento dos mouses
Explicar o funcionamento dos mouses não é tão simples por um único motivo: não existe apenas um tipo de mouse. Há várias categorias disponíveis no mercado, mas esse artigo irá se concentrar apenas em dois: os mouses com esfera (popularmente conhecidos como "mouse de bolinha") e mouses ópticos (e sua variação, os mouses à laser). Mas, antes de seguir com essas explicações, é conveniente ter uma definição clara de um mouse, embora você certamente saiba o que é e para que serve esse dispositivo: o mouse é um aparelho que se comunica com o computador para mover um cursor em sua tela. Esse cursor serve para manipular e mover determinados recursos exibidos. Para isso, o cursor deve se movimentar na tela conforme a movimentação do mouse feita pelo usuário. Este último também pode acionar funcionalidades ou modificar recursos através dos botões existentes no mouse. Quando o usuário pressiona qualquer desses botões para executar uma determinação ação, diz-se que ele efetuou um clique.
Sendo assim, um mouse deve, basicamente, permitir a movimentação de um cursor e a execução de determinadas ações através de cliques"(Fonte:http://www.infowester.com/mouse.php)
Explicar o funcionamento dos mouses não é tão simples por um único motivo: não existe apenas um tipo de mouse. Há várias categorias disponíveis no mercado, mas esse artigo irá se concentrar apenas em dois: os mouses com esfera (popularmente conhecidos como "mouse de bolinha") e mouses ópticos (e sua variação, os mouses à laser). Mas, antes de seguir com essas explicações, é conveniente ter uma definição clara de um mouse, embora você certamente saiba o que é e para que serve esse dispositivo: o mouse é um aparelho que se comunica com o computador para mover um cursor em sua tela. Esse cursor serve para manipular e mover determinados recursos exibidos. Para isso, o cursor deve se movimentar na tela conforme a movimentação do mouse feita pelo usuário. Este último também pode acionar funcionalidades ou modificar recursos através dos botões existentes no mouse. Quando o usuário pressiona qualquer desses botões para executar uma determinação ação, diz-se que ele efetuou um clique.
Sendo assim, um mouse deve, basicamente, permitir a movimentação de um cursor e a execução de determinadas ações através de cliques"(Fonte:http://www.infowester.com/mouse.php)
Monitor

MONITOR DE COMPUTADOR
"O Monitor de Computador, tal qual o teclado, é o periférico responsável pela interface visual entre o computador e o operador. É através dele que pode-se verificar visualmente os comandos e dados digitados bem como os resultados dos processamentos feitos pela CPU.
Os Monitores de Vídeo mais utilizados atualmente são os coloridos, os quais permitem mostrar as informações com um conjunto de cores. Nesta categoria, os Monitores são dos mais variados em relação ao número de cores que podem ser visualizadas, desde 04 (quatro) até vários milhões de cores. Outro ponto de diferença e à resolução x Freqüência, isto é, a quantidade de pontos e a qualidade de imagem mostrada."(Fonte:http://ube-164.pop.com.br/repositorio/4255/meusite/monitor.htm).
"O Monitor de Computador, tal qual o teclado, é o periférico responsável pela interface visual entre o computador e o operador. É através dele que pode-se verificar visualmente os comandos e dados digitados bem como os resultados dos processamentos feitos pela CPU.
Os Monitores de Vídeo mais utilizados atualmente são os coloridos, os quais permitem mostrar as informações com um conjunto de cores. Nesta categoria, os Monitores são dos mais variados em relação ao número de cores que podem ser visualizadas, desde 04 (quatro) até vários milhões de cores. Outro ponto de diferença e à resolução x Freqüência, isto é, a quantidade de pontos e a qualidade de imagem mostrada."(Fonte:http://ube-164.pop.com.br/repositorio/4255/meusite/monitor.htm).
Fonte
Fonte de alimentação " Em um computador, a fonte de alimentação é uma caixa de metal posicionada geralmente no canto do gabinete. Ela é visível na parte de trás da maioria dos equipamentos, e nela estão o conector do cabo de força e a ventoinha.
As fontes de alimentação, geralmente chamadas de "fontes chaveadas", usam a tecnologia do chaveamento para converter a tensão alternada (AC) em tensão contínua (DC) de nível mais baixo. Os níveis típicos de tensões de alimentação são:
3,3 volts
5 volts
12 volts
Os circuitos digitais utilizam tensões de 3,3 e 5 volts, enquanto a tensão de 12 volts é utilizada para fazer funcionar os motores dos drivers de disco e das ventoinhas. A especificação principal de uma fonte de alimentação é o watts. Um watt é o produto da voltagem em volts pela corrente em ampères. Se você trabalha com computadores há muitos anos, deve se lembrar que as antigas máquinas tinham interruptores vermelhos, grandes e pesados. Estes interruptores, na realidade, controlavam a aplicação da tensão de 120 volts na fonte de alimentação.
Hoje você liga o equipamento ao pressionar um pequeno botão e o desliga através de uma das opções do menu. Estas possibilidades foram adicionadas às fontes de alimentação há alguns anos. O sistema operacional pode mandar um sinal para a fonte de alimentação desligar. O botão de ligar envia um sinal de 5 volts para a fonte de alimentação avisando-a quando deve ligar. A fonte de alimentação possui também um circuito que fornece 5 volts de denominado "standby voltage" (VSB), mesmo quando o computador está desligado, fazendo com que o botão funcione, quando acionado."(Fonte:http://informatica.hsw.uol.com.br/fonte-computador1.htm)
Hard Disc

"O Disco Rígido (Hard Disk, ou HD) é instalado no gabinete. É um disco rígido de vidro ou alumínio, parafusado em um motor, e que possui uma superfície magnética. Como se fosse uma agulha, uma pastilha de silício, permite a leitura e a gravação do disco.Portanto o HD é um sistema de armazenamento de alta capacidade, que possibilita armazenar arquivos permanentemente, pois, ao contrário da memória RAM, os dados gravados no HD não são perdidos quando se desliga o computador.Ou seja, o Disco Rígido é o local onde se encontra a maior parte da memória secundária, onde o computador armazena os programas e as informações que estão sendo usadas, modificadas ou processadas. Uma característica desse tipo de disco é que os dados gravados podem ser recuperados para a memória RAM, modificados e novamente gravados, inúmeras vezes.Apesar de também ser uma mídia magnética, um HD é muito diferente de um disquete comum, ele é composto por vários discos empilhados que ficam dentro de uma caixa hermeticamente lacrada já que, como gira a uma velocidade muito alta, qualquer partícula de poeira em contato com os discos, poderia inutilizá-los completamente. Assim, um disco rígido "nunca" deve ser aberto, a não ser para fins educativos.Fisicamente, os HDs são constituídos por discos, que são divididos em trilhas e estas são formadas por setores. Para serem usados pelo computador, os HDs precisam de uma interface de controle. Utiliza-se a IDE ("Intergrated Drive Electronics"), SCSI ("Small Computer System Interface") e SATA (Serial ATA). Essas últimas estão contando com a preferência dos fabricantes e usuários.Assim, todos os programas instalados ficam gravados no HD. E, também aí ficam todos os nossos arquivos: trabalhos, gráficos, textos, músicas, planilhas, fotos etc. Por isso, é necessário que o HD tenha uma boa capacidade para armazenar tantos dados, ou seja, quanto maior for a capacidade do HD, maior será a quantidade de dados que poderá ser armazenada.A forma de armazenamento de dados do HD é magnética, por isso, para ler os dados existe uma cabeça de leitura para transformar os dados magnéticos em impulsos elétricos.Parte da memória do HD, geralmente 10%, é utilizada pelo computador como uma memória virtual, onde serão executadas diversas operações. Assim, se o disco rígido estiver cheio, não conseguirá processar coisa alguma.Depois de um certo tempo de uso, apagando e criando arquivos, instalando e desinstalando programas, o disco rígido pode ficar excessivamente fragmentado, ou seja, com pedaços de arquivos muito espalhados, contribuindo para diminuir o desempenho do computador e causando lentidão.Esse fato pode ser corrigido utilizando-se um programa do próprio sistema operacional: o desfragmentador de disco, que tem como finalidade básica o realinhamento contínuo dos arquivos e eliminação dos espaços vazios. (Para saber como usar o desfragmentador de disco clicar aqui)Um cuidado a ser tomado é evitar que o gabinete sofra algum abalo, especialmente enquanto o computador estiver ligado. Também não se deve desligar o computador antes do sistema encerrar todas as funções, pois isso pode prejudicar o funcionamento do disco rígido.
Porque os Hard Disks são chamados de winchester?Os primeiros discos rígidos tinham duas faces com capacidade de 30 megabytes cada uma e passaram a ser chamados de 3030. Por coincidência, os rifles Winchester também eram chamados dessa maneira, por possuírem calibre 30.30. Alguém apelidou um hard disk de winchester e o apelido logo "pegou".
No Gabinete, internamente, destacam-se:
Memória RAM Memória ROM Placa mãe Processador "(Fonte:http://www2.ufpa.br/dicas/mic/mic-hd.htm)
Porque os Hard Disks são chamados de winchester?Os primeiros discos rígidos tinham duas faces com capacidade de 30 megabytes cada uma e passaram a ser chamados de 3030. Por coincidência, os rifles Winchester também eram chamados dessa maneira, por possuírem calibre 30.30. Alguém apelidou um hard disk de winchester e o apelido logo "pegou".
No Gabinete, internamente, destacam-se:
Memória RAM Memória ROM Placa mãe Processador "(Fonte:http://www2.ufpa.br/dicas/mic/mic-hd.htm)
Memória do Computador
Memória
"Memória é um termo genérico usado para designar as partes do computador ou dos dispositivos periféricos onde os dados e programas são armazenados. Sem uma memória de onde os processadores podem ler e escrever informações, não haveria nenhum computador digital de programa armazenado.
A memória do computador pode ser dividida em duas categorias:
· Principal: de acesso mais rápido, mas de capacidade mais restrita. Armazena informações temporariamente durante um processamento realizado pela UCP.
· Secundária: de acesso mais lento, mas de capacidade bem maior. Armazena grande conjunto de dados que a memória principal não suporta."(Fonte:http://www.ime.usp.br/~weslley/memoria.htm#intro)
"Memória é um termo genérico usado para designar as partes do computador ou dos dispositivos periféricos onde os dados e programas são armazenados. Sem uma memória de onde os processadores podem ler e escrever informações, não haveria nenhum computador digital de programa armazenado.
A memória do computador pode ser dividida em duas categorias:
· Principal: de acesso mais rápido, mas de capacidade mais restrita. Armazena informações temporariamente durante um processamento realizado pela UCP.
· Secundária: de acesso mais lento, mas de capacidade bem maior. Armazena grande conjunto de dados que a memória principal não suporta."(Fonte:http://www.ime.usp.br/~weslley/memoria.htm#intro)
Processador

Processador
"O processador é o cérebro do micro, encarregado de processar a maior parte das informações. Ele é também o componente onde são usadas as tecnologias de fabricação mais recentes. O processador é o componente mais complexo e freqüentemente o mais caro, mas ele não pode fazer nada sozinho. Como todo cérebro, ele precisa de um corpo, que é formado pelos outros componentes do micro, incluindo memória, HD, placa de vídeo e de rede, monitor, teclado e mouse. Dentro do mundo PC, tudo começou com o 8088, lançado pela Intel em 1979 e usado no primeiro PC, lançado pela IBM em 1981. Depois veio o 286, lançado em 1982, e o 386, lançado em 1985. O 386 pode ser considerado o primeiro processador moderno, pois foi o primeiro a incluir o conjunto de instruções básico, usado até os dias de hoje. O 486, que ainda faz parte das lembranças de muita gente que comprou seu primeiro computador durante a década de 1990, foi lançado em 1989, mas ainda era comum encontrar micros com ele à venda até por volta de 1997. Depois entramos na era atual, inaugurada pelo Pentium, que foi lançado em 1993, mas demorou alguns anos para se popularizar e substituir os 486. Em 1997 foi lançado o Pentium MMX, que deu um último fôlego à plataforma. Depois, em 1997, veio o Pentium II, que usava um encaixe diferente e por isso era incompatível com as placas-mãe antigas. A AMD soube aproveitar a oportunidade, desenvolvendo o K6-2, um chip com uma arquitetura similar ao Pentium II, mas que era compatível com as placas soquete 7 antigas. A partir daí as coisas passaram a acontecer mais rápido. Em 1999 foi lançado o Pentium III e em 2000 o Pentium 4, que trouxe uma arquitetura bem diferente dos chips anteriores, otimizada para permitir o lançamento de processadores que trabalham a freqüências mais altas. O último Pentium III trabalhava a 1.0 GHz, enquanto o Pentium 4 atingiu rapidamente os 2.0 GHz, depois 3 GHz e depois 3.5 GHz. O problema é que o Pentium 4 possuía um desempenho por ciclo de clock inferior a outros processadores, o que faz com que a alta freqüência de operação servisse simplesmente para equilibrar as coisas. A primeira versão do Pentium 4 operava a 1.3 GHz e, mesmo assim, perdia para o Pentium III de 1.0 GHz em diversas aplicações. Quanto mais alta a freqüência do processador, mais ele esquenta e mais energia consome, o que acaba se tornando um grande problema. Quando as possibilidades de aumento de clock do Pentium 4 se esgotaram, a Intel lançou o Pentium D, uma versão dual-core do Pentium 4. Inicialmente os Pentium D eram caros, mas com o lançamento do Core 2 Duo eles caíram de preço e passaram a ser usados até mesmo em micros de baixo custo. Os Pentium D eram vendidos sob um sistema de numeração e não sob a freqüência real de clock. O Pentium D 820, por exemplo, opera a 2.8 GHz, enquanto o 840 opera a 3.2 GHz. Em 2003 a Intel lançou o Pentium M, um chip derivado da antiga arquitetura do Pentium III, que consome pouca energia, esquenta pouco e mesmo assim oferece um excelente desempenho. Um Pentium M de 1.4 GHz chega a superar um Pentium 4 de 2.6 GHz em diversas aplicações. O Pentium M foi desenvolvido originalmente para ser usado em notebooks, mas se mostrou tão eficiente que acabou sendo usado como base para o desenvolvimento da plataforma Core, usada nos processadores Core 2 Duo fabricados atualmente pela Intel. O Pentium 4 acabou se revelando um beco sem saída, descontinuado e condenado ao esquecimento. Paralelamente a todos esses processadores, temos o Celeron, uma versão mais barata, mas com um desempenho um pouco inferior, por ter menos cache ou outras limitações. Na verdade, o Celeron não é uma família separada de chips, mas apenas um nome comercial usado nas versões mais baratas (com metade ou um quarto do cache) de vários processadores Intel. Existem Celerons baseados no Pentium II, Pentium III, Pentium 4, Pentium M e também o Celeron 4xx, que é uma versão single-core (e com menos cache) do Core 2 Duo." (Fonte:http://www.guiadohardware.net/termos/processador)
Placa Mãe

"Introdução
Também conhecida como "motherboard" ou "mainboard", a placa-mãe é, basicamente, a responsável pela interconexão de todas as peças que formam o computador. O HD, a memória, o teclado, o mouse, a placa de vídeo, enfim, praticamente todos os dispositivos, precisam ser conectados à placa-mãe para formar o computador. Este artigo mostrará as características desse item tão importante.Visão geral das placas-mãe
As placas-mãe são desenvolvidas de forma que seja possível conectar todos os dispositivos quem compõem o computador. Para isso, elas oferecem conexões para o processador, para a memória RAM, para o HD, para os dispositivos de entrada e saída, entre outros.
A foto exibe uma placa-mãe. Trata-se de um modelo Soyo SY-KT880 Dragon 2. As letras apontam para os principais itens do produto, que são explicados nos próximos parágrafos. Cada placa-mãe possui características distintas, mas todas devem possibilitar a conexão dos dispositivos que serão citados no decorrer deste texto.
Item A - processador
O item A mostra o local onde o processador deve ser conectado. Também conhecido como socket, esse encaixe não serve para qualquer processador, mas sim para um modelo (ou para modelos) específico. Cada tipo de processador tem características que o diferenciam de outros modelos. Essas diferenças consistem na capacidade de processamento, na quantidade de memória cache, na tecnologia de fabricação usada, no consumo de energia, na quantidade de terminais (as "perninhas") que o processador tem, entre outros. Assim sendo, a placa-mãe deve ser desenvolvida para aceitar determinados processadores. A motherboard vista acima, por exemplo, é compatível com os processadores Duron, Athlon XP e Sempron (todos da fabricante AMD) que utilizam a forma de conexão conhecida por "Socket A". Assim sendo, processadores que utilizam outros sockets, como o Intel Pentium 4 ou o AMD Athlon 64 não se conectam a esta placa.
Por isso, na aquisição de um computador, deve-se escolher primeiro o processador e, em seguida, verificar quais as placas-mãe que são compatíveis. À medida que novos processadores vão sendo lançados, novos sockets vão surgindo.
É importante frisar que, mesmo quando um processador utiliza um determinado socket, ele pode não ser compatível com a placa-mãe relacionada. Isso porque o chip pode ter uma capacidade de processamento acima da suportada pela motherboard. Por isso, essa questão também deve ser verificada no momento da montagem de um computador.
Item B - Memória RAM
O item B mostra os encaixes existentes para a memória RAM. Esse conector varia conforme o tipo. As placas-mãe mais antigas usavam o tipo de memória popularmente conhecido como SDRAM. No entanto, o padrão mais usado atualmente é o DDR (Double Data Rate), que também recebe a denominação de SDRAM II (termo pouco usado). A placa-mãe da imagem acima possui duas conexões (ou slots) para encaixe de memórias DDR.
As memórias também trabalham em velocidades diferentes, mesmo quando são do mesmo tipo. A placa-mãe mostrada acima aceita memórias DDR que trabalham a 266 MHz, 333 MHz e 400 MHz. Supondo que a motherboard só aceitasse velocidades de até 333 MHz, um pente de memória DDR que funciona a 400 MHz só trabalharia a 333 MHz nessa placa, o máximo suportado.
Em relação à capacidade, as memórias mais antigas ofereciam 4 MB, 8 MB, 16 MB, 32 MB, 64 MB, etc. Hoje, já é possível encontrar memórias que vão de 128 MB a 1 GB de capacidade. Enquanto você lê este texto, pode ser que o limite atual já esteja maior.
Para que seja possível conectar placas que adicionam funções ao computador, é necessário fazer uso de slots de expansão. Esses conectores permitem a conexão de vários tipos de dispositivos. Placas de vídeo, placas de som, placas de redes, modems, etc, são conectados nesses encaixes. Os tipos de slots mais conhecidos atualmente são o PCI (Peripheral Component Interconnect) - item C1 -, o AGP (Accelerated Graphics Port) - item C2 -, o CNR (Communications Network Riser) - item C3 - e o PCI Express (PCI-E). As placas-mãe mais antigas apresentavam ainda o slot ISA (Industry Standard Architecture).
A placa-mãe vista acima possui um slot AGP (usado exclusivamente por placas de vídeo), um slot CNR (usado para modems) e cinco slots PCI (usados por placas de rede, placas de som, modems PCI, etc). A tendência atual é que tanto o slot AGP quanto o slot PCI sejam substituídos pelo padrão PCI Express, que oferece mais recursos e possibilidades.
Item D - Plug de alimentação
O item D mostra o local onde deve-se encaixar o cabo da fonte que leva energia elétrica à placa-mãe. Para isso, tanto a placa-mãe como a fonte de alimentação devem ser do mesmo tipo. Existem, atualmente, dois padrões para isso: o ATX e o AT (este último saiu de linha, mas ainda é utilizado). A placa-mãe da foto usa o padrão ATX. É importante frisar que a placa-mãe sozinha consegue alimentar o processador, as memórias e a grande maioria dos dispositivos encaixados nos slots. No entanto, HDs, unidades de CD e DVD, drive de disquete e cooler (um tipo de ventilador acoplado ao processador que serve para manter sua temperatura em limites aceitáveis de uso) devem receber conectores individuais de energia.
Item E - Conectores IDE e drive de disquete
O item E2 mostra as entradas padrão IDE (Intergrated Drive Electronics) onde devem ser encaixados os cabos que ligam HDs e unidades de CD/DVD à placa-mãe. Esses cabos, chamados de "flat cables", podem ser de 40 vias ou 80 vias (grossamente falando, cada via seria um "fiozinho"), sendo este último mais eficiente. Cada cabo pode suportar até dois HDs ou unidades de CD/DVD, totalizando até quatro dispositivos nas entradas IDE. Note também que E1 aponta para o conector onde deve ser encaixado o cabo que liga o drive de disquete à motherboard.
O item F2 aponta para o chip Flash-ROM e o F1, para a bateria que o alimenta. Esse chip contém um pequeno software chamado BIOS (Basic Input Output System), que é responsável por controlar o uso do hardware do computador e manter as informações relativas à hora e data. Cabe ao BIOS, por exemplo, emitir uma mensagem de erro quando o teclado não está conectado. Na verdade, quando isso ocorre, o BIOS está trabalhando em conjunto com o Post, um software que testa os componentes de hardware após o computador ser ligado.
Através de uma interface denominada Setup, também presente na Flash-ROM, é possível alterar configurações de hardware, como velocidade do processador, detecção de discos rígidos, desativação de portas USB, etc.
Como mostra a imagem abaixo, placas-mãe antigas usavam um chip maior para o BIOS.
Também conhecida como "motherboard" ou "mainboard", a placa-mãe é, basicamente, a responsável pela interconexão de todas as peças que formam o computador. O HD, a memória, o teclado, o mouse, a placa de vídeo, enfim, praticamente todos os dispositivos, precisam ser conectados à placa-mãe para formar o computador. Este artigo mostrará as características desse item tão importante.Visão geral das placas-mãe
As placas-mãe são desenvolvidas de forma que seja possível conectar todos os dispositivos quem compõem o computador. Para isso, elas oferecem conexões para o processador, para a memória RAM, para o HD, para os dispositivos de entrada e saída, entre outros.
A foto exibe uma placa-mãe. Trata-se de um modelo Soyo SY-KT880 Dragon 2. As letras apontam para os principais itens do produto, que são explicados nos próximos parágrafos. Cada placa-mãe possui características distintas, mas todas devem possibilitar a conexão dos dispositivos que serão citados no decorrer deste texto.
Item A - processador
O item A mostra o local onde o processador deve ser conectado. Também conhecido como socket, esse encaixe não serve para qualquer processador, mas sim para um modelo (ou para modelos) específico. Cada tipo de processador tem características que o diferenciam de outros modelos. Essas diferenças consistem na capacidade de processamento, na quantidade de memória cache, na tecnologia de fabricação usada, no consumo de energia, na quantidade de terminais (as "perninhas") que o processador tem, entre outros. Assim sendo, a placa-mãe deve ser desenvolvida para aceitar determinados processadores. A motherboard vista acima, por exemplo, é compatível com os processadores Duron, Athlon XP e Sempron (todos da fabricante AMD) que utilizam a forma de conexão conhecida por "Socket A". Assim sendo, processadores que utilizam outros sockets, como o Intel Pentium 4 ou o AMD Athlon 64 não se conectam a esta placa.
Por isso, na aquisição de um computador, deve-se escolher primeiro o processador e, em seguida, verificar quais as placas-mãe que são compatíveis. À medida que novos processadores vão sendo lançados, novos sockets vão surgindo.
É importante frisar que, mesmo quando um processador utiliza um determinado socket, ele pode não ser compatível com a placa-mãe relacionada. Isso porque o chip pode ter uma capacidade de processamento acima da suportada pela motherboard. Por isso, essa questão também deve ser verificada no momento da montagem de um computador.
Item B - Memória RAM
O item B mostra os encaixes existentes para a memória RAM. Esse conector varia conforme o tipo. As placas-mãe mais antigas usavam o tipo de memória popularmente conhecido como SDRAM. No entanto, o padrão mais usado atualmente é o DDR (Double Data Rate), que também recebe a denominação de SDRAM II (termo pouco usado). A placa-mãe da imagem acima possui duas conexões (ou slots) para encaixe de memórias DDR.
As memórias também trabalham em velocidades diferentes, mesmo quando são do mesmo tipo. A placa-mãe mostrada acima aceita memórias DDR que trabalham a 266 MHz, 333 MHz e 400 MHz. Supondo que a motherboard só aceitasse velocidades de até 333 MHz, um pente de memória DDR que funciona a 400 MHz só trabalharia a 333 MHz nessa placa, o máximo suportado.
Em relação à capacidade, as memórias mais antigas ofereciam 4 MB, 8 MB, 16 MB, 32 MB, 64 MB, etc. Hoje, já é possível encontrar memórias que vão de 128 MB a 1 GB de capacidade. Enquanto você lê este texto, pode ser que o limite atual já esteja maior.
Para que seja possível conectar placas que adicionam funções ao computador, é necessário fazer uso de slots de expansão. Esses conectores permitem a conexão de vários tipos de dispositivos. Placas de vídeo, placas de som, placas de redes, modems, etc, são conectados nesses encaixes. Os tipos de slots mais conhecidos atualmente são o PCI (Peripheral Component Interconnect) - item C1 -, o AGP (Accelerated Graphics Port) - item C2 -, o CNR (Communications Network Riser) - item C3 - e o PCI Express (PCI-E). As placas-mãe mais antigas apresentavam ainda o slot ISA (Industry Standard Architecture).
A placa-mãe vista acima possui um slot AGP (usado exclusivamente por placas de vídeo), um slot CNR (usado para modems) e cinco slots PCI (usados por placas de rede, placas de som, modems PCI, etc). A tendência atual é que tanto o slot AGP quanto o slot PCI sejam substituídos pelo padrão PCI Express, que oferece mais recursos e possibilidades.
Item D - Plug de alimentação
O item D mostra o local onde deve-se encaixar o cabo da fonte que leva energia elétrica à placa-mãe. Para isso, tanto a placa-mãe como a fonte de alimentação devem ser do mesmo tipo. Existem, atualmente, dois padrões para isso: o ATX e o AT (este último saiu de linha, mas ainda é utilizado). A placa-mãe da foto usa o padrão ATX. É importante frisar que a placa-mãe sozinha consegue alimentar o processador, as memórias e a grande maioria dos dispositivos encaixados nos slots. No entanto, HDs, unidades de CD e DVD, drive de disquete e cooler (um tipo de ventilador acoplado ao processador que serve para manter sua temperatura em limites aceitáveis de uso) devem receber conectores individuais de energia.
Item E - Conectores IDE e drive de disquete
O item E2 mostra as entradas padrão IDE (Intergrated Drive Electronics) onde devem ser encaixados os cabos que ligam HDs e unidades de CD/DVD à placa-mãe. Esses cabos, chamados de "flat cables", podem ser de 40 vias ou 80 vias (grossamente falando, cada via seria um "fiozinho"), sendo este último mais eficiente. Cada cabo pode suportar até dois HDs ou unidades de CD/DVD, totalizando até quatro dispositivos nas entradas IDE. Note também que E1 aponta para o conector onde deve ser encaixado o cabo que liga o drive de disquete à motherboard.
O item F2 aponta para o chip Flash-ROM e o F1, para a bateria que o alimenta. Esse chip contém um pequeno software chamado BIOS (Basic Input Output System), que é responsável por controlar o uso do hardware do computador e manter as informações relativas à hora e data. Cabe ao BIOS, por exemplo, emitir uma mensagem de erro quando o teclado não está conectado. Na verdade, quando isso ocorre, o BIOS está trabalhando em conjunto com o Post, um software que testa os componentes de hardware após o computador ser ligado.
Através de uma interface denominada Setup, também presente na Flash-ROM, é possível alterar configurações de hardware, como velocidade do processador, detecção de discos rígidos, desativação de portas USB, etc.
Como mostra a imagem abaixo, placas-mãe antigas usavam um chip maior para o BIOS.
Item G - Conectores de teclado, mouse, USB, impressora e outros
O item G aponta para a parte onde ficam localizadas as entradas para a conexão do mouse (tanto serial, quanto PS/2), teclado, portas USB, porta paralela (usada principalmente por impressoras), além de outros que são disponibilizados conforme o modelo da placa-mãe. Esses itens ficam posicionados de forma que, quando a motherboard for instalada em um gabinete, tais entradas fiquem imediatamente acessíveis pela parte traseira deste. A imagem abaixo mostra um outro modelo de placa-mãe da Soyo, a SY-P4VGM, desenvolvida para o processador Intel Pentium 4, que exibe esses conectores através de outro ângulo:
A disposição de entradas vista acima é semelhante em toda placa-mãe que segue o padrão ATX. No antigo padrão AT, esse posicionamento é de outra forma e alguns conectores são diferentes.
O item G aponta para a parte onde ficam localizadas as entradas para a conexão do mouse (tanto serial, quanto PS/2), teclado, portas USB, porta paralela (usada principalmente por impressoras), além de outros que são disponibilizados conforme o modelo da placa-mãe. Esses itens ficam posicionados de forma que, quando a motherboard for instalada em um gabinete, tais entradas fiquem imediatamente acessíveis pela parte traseira deste. A imagem abaixo mostra um outro modelo de placa-mãe da Soyo, a SY-P4VGM, desenvolvida para o processador Intel Pentium 4, que exibe esses conectores através de outro ângulo:
A disposição de entradas vista acima é semelhante em toda placa-mãe que segue o padrão ATX. No antigo padrão AT, esse posicionamento é de outra forma e alguns conectores são diferentes.
H - Furos de encaixe
Para evitar danos, a placa-mãe deve ser devidamente presa ao gabinete. Isso é feito através de furos (item H) que permitem o encaixe de espaçadores e parafusos. Para isso, é necessário que a placa-mãe seja do mesmo padrão do gabinete. Se este for AT, a placa-mãe deverá também ser AT. Se for ATX (o padrão atual), a motherboard também deverá ser, do contrário o posicionamento dos locais de encaixe serão diferentes para a placa-mãe e para o gabinete.
Para evitar danos, a placa-mãe deve ser devidamente presa ao gabinete. Isso é feito através de furos (item H) que permitem o encaixe de espaçadores e parafusos. Para isso, é necessário que a placa-mãe seja do mesmo padrão do gabinete. Se este for AT, a placa-mãe deverá também ser AT. Se for ATX (o padrão atual), a motherboard também deverá ser, do contrário o posicionamento dos locais de encaixe serão diferentes para a placa-mãe e para o gabinete.
I - Chipset
O chipset é um chip responsável pelo controle de uma série de itens da placa-mãe, como acesso à memória, barramentos e outros. Principalmente nas placas-mãe atuais, é bastante comum que existam dois chips para esses controles: Ponte Sul (I1) e Ponte Norte (I2):
Ponte Sul (South Bridge): este geralmente é responsável pelo controle de dispositivos de entrada e saída, como as interfaces IDE ou SATA. Placas-mãe que possuem som onboard (visto adiante), podem incluir o controle desse dispositivo também na Ponte Sul;
Ponte Norte (North Bridge): este chip faz um trabalho "mais pesado" e, por isso, geralmente requer um dissipador de calor para não esquentar muito. Repare que na foto da placa-mãe em que esse chip é apontado, ele, na verdade, está debaixo de uma estrutura metálica. Essa peça é dissipador. Cabe à Ponte Norte as tarefas de controle do FSB (Front Side Bus - velocidade na qual o processador se comunica com a memória e com componentes da placa-mãe), da freqüência de operação da memória, do barramento AGP, etc.
Os chipsets não são desenvolvidos pelas fabricantes das placas-mãe e sim por empresas como VIA Technologies, SiS e Intel (esta é uma exceção, já que fabrica motherboards também). Assim sendo, é comum encontrar um mesmo chipset em modelos concorrentes de placa-mãe.
Placas-mãe onboard
"Onboard" é o termo empregado para distinguir placas-mãe que possuem um ou mais dispositivos de expansão integrados. Por exemplo, há modelos que têm placa de vídeo, placa de som, modem ou placa de rede na própria placa-mãe. A motherboard estudada neste artigo possui placa de som (C-Media CMI9761A 6-channel) e placa de rede (VIA VT6103 10/100 Mbps Ethernet) integradas, ou melhor, onboard. Por esta razão, os conectores desses dispositivos ficam juntos às entradas mostradas no item G, visto anteriormente.
A vantagem de se utilizar modelos onboard é a redução de custo do computador, uma vez que deixa-se de comprar determinados dispositivos porque estes já estão incluídos na placa-mãe. No entanto, é necessário ter cuidado: quanto mais itens onboard uma placa-mãe tiver, mais o desempenho do computador será comprometido. Isso porque o processador acaba tendo que executar as tarefas dos dispositivos integrados. Na maioria dos casos, placas de som e rede onboard não influenciam significantemente no desempenho, mas placas de vídeo e modems sim.
As placas de vídeo, mesmo os modelos mais simples, possuem um chip gráfico que é responsável pela geração de imagens. Este, por sua vez, requer memória para tal, principalmente quando trata imagens em 3D. Uma placa de vídeo onboard, mesmo quando acompanhada de um chip gráfico integrado, acaba "tomando atenção" do processador, além de usar parte da memória RAM.
Se um computador é comprado para uso em uma loja ou em alguma aplicação que não requer muito desempenho, a compra de um computador com placa-mãe onboard pode ser viável. No entanto, quem deseja uma máquina para jogos e aplicações mais pesadas deve pensar seriamente em adquirir uma placa-mãe "offboard", isto é, com nenhum item integrado, ou no máximo, com placa de som ou rede onboard.
O chipset é um chip responsável pelo controle de uma série de itens da placa-mãe, como acesso à memória, barramentos e outros. Principalmente nas placas-mãe atuais, é bastante comum que existam dois chips para esses controles: Ponte Sul (I1) e Ponte Norte (I2):
Ponte Sul (South Bridge): este geralmente é responsável pelo controle de dispositivos de entrada e saída, como as interfaces IDE ou SATA. Placas-mãe que possuem som onboard (visto adiante), podem incluir o controle desse dispositivo também na Ponte Sul;
Ponte Norte (North Bridge): este chip faz um trabalho "mais pesado" e, por isso, geralmente requer um dissipador de calor para não esquentar muito. Repare que na foto da placa-mãe em que esse chip é apontado, ele, na verdade, está debaixo de uma estrutura metálica. Essa peça é dissipador. Cabe à Ponte Norte as tarefas de controle do FSB (Front Side Bus - velocidade na qual o processador se comunica com a memória e com componentes da placa-mãe), da freqüência de operação da memória, do barramento AGP, etc.
Os chipsets não são desenvolvidos pelas fabricantes das placas-mãe e sim por empresas como VIA Technologies, SiS e Intel (esta é uma exceção, já que fabrica motherboards também). Assim sendo, é comum encontrar um mesmo chipset em modelos concorrentes de placa-mãe.
Placas-mãe onboard
"Onboard" é o termo empregado para distinguir placas-mãe que possuem um ou mais dispositivos de expansão integrados. Por exemplo, há modelos que têm placa de vídeo, placa de som, modem ou placa de rede na própria placa-mãe. A motherboard estudada neste artigo possui placa de som (C-Media CMI9761A 6-channel) e placa de rede (VIA VT6103 10/100 Mbps Ethernet) integradas, ou melhor, onboard. Por esta razão, os conectores desses dispositivos ficam juntos às entradas mostradas no item G, visto anteriormente.
A vantagem de se utilizar modelos onboard é a redução de custo do computador, uma vez que deixa-se de comprar determinados dispositivos porque estes já estão incluídos na placa-mãe. No entanto, é necessário ter cuidado: quanto mais itens onboard uma placa-mãe tiver, mais o desempenho do computador será comprometido. Isso porque o processador acaba tendo que executar as tarefas dos dispositivos integrados. Na maioria dos casos, placas de som e rede onboard não influenciam significantemente no desempenho, mas placas de vídeo e modems sim.
As placas de vídeo, mesmo os modelos mais simples, possuem um chip gráfico que é responsável pela geração de imagens. Este, por sua vez, requer memória para tal, principalmente quando trata imagens em 3D. Uma placa de vídeo onboard, mesmo quando acompanhada de um chip gráfico integrado, acaba "tomando atenção" do processador, além de usar parte da memória RAM.
Se um computador é comprado para uso em uma loja ou em alguma aplicação que não requer muito desempenho, a compra de um computador com placa-mãe onboard pode ser viável. No entanto, quem deseja uma máquina para jogos e aplicações mais pesadas deve pensar seriamente em adquirir uma placa-mãe "offboard", isto é, com nenhum item integrado, ou no máximo, com placa de som ou rede onboard.
Finalizando
Existe uma série de empresas que fabricam placas-mãe. As marcas mais conhecidas são: Asus, Abit, Gigabyte, Soyo, PC Chips, MSI, Intel e ECS. Apesar da maioria dessas fabricantes disponibilizarem bons produtos, é recomendável pesquisar sobre um modelo de seu interesse para conhecer suas vantagens e desvantagens. Para isso, basta digitar o nome do modelo em sites de busca. Geralmente, o resultado mostra fóruns de discussão onde os participantes debatem sobre a placa-mãe em questão. A pesquisa vale a pena, afinal, a placa-mãe é um item de importância extrema ao computador."(Fonte:http://www.infowester.com/motherboard.php)
Existe uma série de empresas que fabricam placas-mãe. As marcas mais conhecidas são: Asus, Abit, Gigabyte, Soyo, PC Chips, MSI, Intel e ECS. Apesar da maioria dessas fabricantes disponibilizarem bons produtos, é recomendável pesquisar sobre um modelo de seu interesse para conhecer suas vantagens e desvantagens. Para isso, basta digitar o nome do modelo em sites de busca. Geralmente, o resultado mostra fóruns de discussão onde os participantes debatem sobre a placa-mãe em questão. A pesquisa vale a pena, afinal, a placa-mãe é um item de importância extrema ao computador."(Fonte:http://www.infowester.com/motherboard.php)
O que é Hardware?

"Umcomputador digital é constituído por um conjunto de componentes interligados, composto por processadores, registradores, memória principal, terminais, impressoras, discos magnéticos, além de outros dispositivos físicos (hardware). Esses dispositivos manipulam dados na forma digital, o que proporciona uma maneira confiável de representação.Todos os componentes de um computador são agrupados em três subsistemas básicos: unidade central de processamento, memória principal e dispositivos de entrada e saída. Estes subsistemas, também chamados unidades funcionais, estão presentes em todo computador digital, apesar de suas implementações variarem nas diferentes arquiteturas existentes e comercializadas pelos diversos fabricantes de computadores. Neste item descrevemos os conceitos básicos dos principais componentes desses sistemas."
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